Você já sentiu aquela sensação de que o volume de vendas na pista não bate exatamente com o que entra na conta bancária ao final do mês? Se a resposta for sim, você não está sozinho. No dia a dia de um posto de combustível, a conciliação de cartões é um dos processos mais críticos e, infelizmente, um dos que mais geram prejuízos silenciosos.

Com a diversidade de bandeiras, taxas de antecipação e prazos de recebimento, controlar cada centavo manualmente é praticamente impossível. Neste artigo, vamos entender onde o dinheiro “some” e como você pode blindar seu caixa.

Onde o dinheiro se perde no processo?

Muitos revendedores acreditam que o extrato da maquininha é a verdade absoluta. Porém, existem falhas comuns que podem estar drenando sua margem:

  1. Taxas Indevidas: Operadoras podem alterar taxas contratuais sem aviso prévio ou aplicar percentuais diferentes para modalidades específicas (débito, crédito à vista, parcelado).
  2. Vendas Não Registradas: Ocorrem quando o sistema do posto (automação) não comunica corretamente com a adquirente, gerando o famoso “vendeu, mas não recebeu”.