Executivo diz que distribuidora ampliou a importação do combustível para compensar a redução no número de fornecedores nacionais
Agência Estado — Publicado em 4 de agosto de 2026, às 16h38.
O presidente da Ipiranga, Leonardo Linden, afirmou que o Brasil não deverá enfrentar problemas de abastecimento de diesel, apesar da maior pressão sobre o mercado internacional provocada pelo conflito no Oriente Médio.corrigir o conteudo como sugestão a sdlfkaçsd lfkçasd lfkçasd lkfça sdlkfça lsdkfça lsdkfça ldskfçaldskfçl akdsfç lakdsçf laksdçf laksdçf lkasdçf lkasdçf lkasçdfl kaçsdlf kaçsdl fkaçsd lfkaçsdlf kçasdl fkçasd lfkçasdl kfçalsd kfçalsd kfçalsdkfçalsd kfçaldskf
A declaração foi dada nesta terça-feira, 4 de agosto, no Rio de Janeiro. A Ipiranga é uma das maiores distribuidoras de combustíveis do país.
Distribuidora aumentou importações
Segundo Linden, antes do agravamento do conflito, a empresa recebia entre dois e três navios por mês com combustíveis importados, principalmente diesel, para atender ao mercado brasileiro.
Com a redução da oferta de fornecedores nacionais, a distribuidora passou a programar a chegada de seis a sete embarcações mensais. O aumento das importações busca compensar a menor disponibilidade doméstica e garantir o abastecimento da rede atendida pela companhia.
Mercado internacional opera sob pressão
O cenário global de combustíveis permanece mais restrito devido às interrupções logísticas, aos conflitos geopolíticos e à redução da oferta em algumas regiões produtoras e exportadoras.
O diesel é utilizado principalmente no transporte de cargas e passageiros, na agricultura, na construção civil e em diferentes atividades industriais. Por isso, mudanças na oferta internacional podem afetar os custos de frete e de produção.
Apesar desse ambiente mais apertado, o presidente da Ipiranga avaliou que o planejamento de importações e a operação das distribuidoras devem permitir o atendimento da demanda brasileira.
Abastecimento dependerá da logística
A necessidade de trazer mais navios evidencia a maior dependência do Brasil em relação ao mercado externo para complementar a oferta de diesel.
A manutenção do abastecimento dependerá da disponibilidade de cargas, das condições de navegação, dos prazos de entrega e dos preços praticados no mercado internacional. Eventuais novos episódios de tensão no Oriente Médio poderão elevar os custos e aumentar a necessidade de planejamento por parte das empresas.
Até o momento, a avaliação apresentada pela Ipiranga é de que não há risco de desabastecimento no país.
Fonte: Agência Estado, publicada pelo UOL.