O preço do petróleo passou de US$100 o barril. O governo prorrogou o subsídio da gasolina. O Estreito de Ormuz voltou a ser bloqueado. E mesmo com tudo isso acontecendo ao vivo, a maioria dos gestores de postos e frotistas ainda decide quando e quanto comprar baseado em rotina, intuição ou simplesmente quando o tanque está acabando.
Isso tem nome: compra no feeling. E tem custo.
🌍 O que está acontecendo no mercado agora
Nos últimos meses, o conflito geopolítico entre EUA e Irã escalou de forma imprevisível. O Estreito de Ormuz — por onde passam 1 em cada 5 barris de petróleo do mundo — voltou a ser ameaçado. O Brent, que havia recuado, disparou quase 25% em poucos dias e ultrapassou US$95 o barril.
O governo reagiu prorrogando a subvenção de R$0,44/litro na gasolina e mantendo R$1,12/litro no diesel. Isso significa uma coisa clara: os preços estão represados e, quando o subsídio acabar, o repasse virá.
Quem não estiver olhando para esses dados vai ser pego de surpresa.
❌ O que o gestor "no feeling" faz
Compra quando o estoque acaba, não quando o preço do combustível está favorável
Não acompanha a variação do Brent nem a política de preços da Petrobras
Fecha contrato com distribuidora de combustível sem histórico de comparação
Descobre que perdeu margem no posto só quando fecha o caixa
✅ O que o gestor orientado por dados faz
Monitora o preço de referência de combustível diariamente
Identifica janelas de compra antes de reajustes
Usa histórico de preços para negociar com fornecedores
Antecipa movimentos com base em inteligência de mercado de combustíveis
💡 A diferença? Informação.
Não é sorte. Não é feeling. É dado. É o contexto. É gestão de combustível orientada por dados.
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